É incrível quando vemos alguém que realmente sabe o que está fazendo, não é mesmo? Aposto que nosso amigo Luxemburgo teve a mesma sensação ao ver o time da La U bailando em campo. O time carioca tentava jogar seu jogo feio e truncado (uma contradição para quem tem o festeiro R10 em campo) enquanto os chilenos apenas davam as cartas em movimentos rápidos e furtivos.
Luxemburgo apostou em um jogo fácil, e como um mal jogador de poker, acabou perdendo tudo. Os chilenos passavam, armavam, corriam, driblavam, chutavam e a defesa rubro-negra embasbacada apenas acompanhou a valsa. E que valsa! A La U fez um futebol mil vezes mais bonito que as botinadas do Peñarol ou os ataques rápidos do Santos, times respectivamente vice e campeão da Libertadores deste ano. A bola passava em todos os pés e em todos os lados e com isso não houve rival a altura do time chileno.
Com este futebol de beleza e arte o treinador da La U, Sanpaoli, nos reapresentou à um velho estilo de futebol: o Entendimento. Deixe-me explicar:
Eu considero que hajam três níveis de respeito tático: Desrespeito, Respeito e o Entendimento. No primeiro o time não sabe o que faz e nem como faz, no segundo ele sabe como faz e simplesmente faz, mas no terceiro ele compreende como tudo funciona dentro dos sistemas e então ganha o jogo. Ganha o jogo por entender como funciona e é neste entendimento que um time torna-se melhor que o outro.
Infelizmente para o Flamengo faltou este entendimento e com um time perdido em campo, acabou bailando no passo de Sanpaoli e com isto a dança foi completa; dança a Sul-Americana, dança a credibilidade de Luxemburgo no cargo e por fim dança a moral dos jogadores para a sequencia do Brasileirão.
Nesta noite de quarta-feira o Samba caiu perante a Valsa. A Valsa da precisão, da beleza, da tranquilidade e da arte que marcou Ajax, Barcelona, Santos, Palmeiras, Manchester, Real, Honvéd, Boca e tantos outros times em suas grandes fases agora marcou o Flamengo, mas não do jeito que a torcida tanto gostaria.
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20 de outubro de 2011
19 de outubro de 2011
Incontestável
O que explica a grandiosa superioridade do futebol espanhol na atualidade? A resposta é sua formação. O estarrecedor 4-3-3 Holandês atormenta todos os treinadores que ousam enfrentar a qualidade de passe e movimentação dos jogadores do Barça e do Real. Um goleiro, dois zagueiros, dois defensores velozes e de armação, um volante inteligente, dois armadores precisos, dois pontas velozes e geniais e um matador. Esta formação tão simples e tão perfeita é o segredo dos dois, mas principalmente do Barcelona.
Um time que implementa desde a base uma cultura de respeito e aprendizado tático em uma formação que será eterna no clube (ou até que futebol passe à ser de 12, aí teremos os 4-4-3, 4-5-2 e por aí vai) e que trás bons resultados desde que Cruyff vestiu a azul-grená, sempre terá vitórias. O Barça não adota uma formação de acordo com o time, adota o time de acordo com uma formação. Mas e se os ponteiros modernos, que atacam um pouco mais que armam, são tão poderosos, porque não são usados no Brasil?
No Brasil não temos ponteiros e alas. O último grande ponteiro brasileiro que tem-se notícia foi Renato Gaúcho. Gênio em ambos os lados, foi através de uma jogada pela ponta que o então jovem Renato deu ao Grêmio o título do Mundial. Dentro dos padrões de marcação atuais não pensa-se no ponteiro, até porque ele é imarcável; passa com velocidade de mais pro zagueiro e com técnica de mais pro lateral. Mas então se ele junta todas as qualidades necessárias, tem características que vivem aparecendo no futebol brasileiro, porque ele não é utilizado?
A resposta é simples meu caro leitor; medo. Sacrificar um volante é algo que nenhum treinador brasileiro medíocre se arrisca a fazer. Como vivem ameaçados de serem demitidos (e sobreviverem na base de pão com lodo até alguém se interessar por eles) os treinadores não arriscam. É melhor não-perder do que vencer, entendem? Se sobra genialidade em campo, falta na casamata para transformá-la em resultados. Foi por medo que o Brasil perdeu a Copa de 2010, foi por medo que o Manchester perdeu a Champions 11 e será por medo que muitos continuarão perdendo, mas é por coragem que Guardiola será o melhor da história.
Lembrem-se apenas de uma coisa: quando éramos valentes curvamos o futebol aos pés do Ponteiro, aos pés do Maior, aos pés de Garrincha.
Um time que implementa desde a base uma cultura de respeito e aprendizado tático em uma formação que será eterna no clube (ou até que futebol passe à ser de 12, aí teremos os 4-4-3, 4-5-2 e por aí vai) e que trás bons resultados desde que Cruyff vestiu a azul-grená, sempre terá vitórias. O Barça não adota uma formação de acordo com o time, adota o time de acordo com uma formação. Mas e se os ponteiros modernos, que atacam um pouco mais que armam, são tão poderosos, porque não são usados no Brasil?
No Brasil não temos ponteiros e alas. O último grande ponteiro brasileiro que tem-se notícia foi Renato Gaúcho. Gênio em ambos os lados, foi através de uma jogada pela ponta que o então jovem Renato deu ao Grêmio o título do Mundial. Dentro dos padrões de marcação atuais não pensa-se no ponteiro, até porque ele é imarcável; passa com velocidade de mais pro zagueiro e com técnica de mais pro lateral. Mas então se ele junta todas as qualidades necessárias, tem características que vivem aparecendo no futebol brasileiro, porque ele não é utilizado?
A resposta é simples meu caro leitor; medo. Sacrificar um volante é algo que nenhum treinador brasileiro medíocre se arrisca a fazer. Como vivem ameaçados de serem demitidos (e sobreviverem na base de pão com lodo até alguém se interessar por eles) os treinadores não arriscam. É melhor não-perder do que vencer, entendem? Se sobra genialidade em campo, falta na casamata para transformá-la em resultados. Foi por medo que o Brasil perdeu a Copa de 2010, foi por medo que o Manchester perdeu a Champions 11 e será por medo que muitos continuarão perdendo, mas é por coragem que Guardiola será o melhor da história.
Lembrem-se apenas de uma coisa: quando éramos valentes curvamos o futebol aos pés do Ponteiro, aos pés do Maior, aos pés de Garrincha.
18 de outubro de 2011
À Oito Jogos da Tragédia
Agora só faltam oito rodadas, nove para Santos e Fogão, e o Campeonato Brasileiro fecha suas cordas em volta dos pelotões e o destino dos clubes começam a se definir. 24 pontos estão em disputa e 24 pontos separam o líder Corinthians do 17º Atlético-MG. A distância pode ser tida como pequena, mas cada ponto acabou definindo este campeonato em 4 grupos, os quais detalhe à seguir:
Quase-Mortos
No fundo da tabela, brigando sedentos, encontram-se times de toda sorte; os verdadeiramente ruins (América), os meia-bocas (Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Ceará e Bahia) e os inacreditáveis (Santos e Cruzeiro). Para estes oito times há uma única vaga na Sul-Americana, já que o Santos venceu a Libertadores e empurra uma dessas vagas, e quatro na Série B. Nenhum dos times aceita a morte ainda, mas ela vem atormentando seis deles com um pouco mais de habitual frequência e os Mineiros, Cearenses e Catarinas deste fim-de-tabela tem muito com o que se preocupar nestas oito rodadas. Paranaense sai da Zona rebaixamento domingo e joga o Cruzeiro pra dentro.
À Espera de 2012
Nem rebaixamento e nem Libertadores, sem nada para brigar encontram-se os times um pouco acima da última zona. Poderíamos encaixar Grêmio, Goianiense, Coritiba, Palmeiras, Santos e Bahia nesta tabela, mas os dois últimos tem com o que se preocupar e os três primeiros tem com o que brigar. Sobrou o Palmeiras. Time sem garra e sem motivação, vai acabar ficando com uma vaga na Sul-Americana e menos dinheiro para investir em seu negro futuro.
Garra, Raça e Suor
Agora vem o segundo esquadrão dos clubes; os que almejam uma vaguinha Libertadores. Figueirense, Grêmio, Goianiense e Coritiba vão brigar até o fim por uma vaga na competição continental de maior importância. Começaram mal o ano e voltaram no segundo turno com toda a garra de um campeão nacional. É provável que não levem, mas forma-se o grupo dos prováveis campeões da Sul-Americana e da Copa do Brasil.
Donos da Taça
E então temos a Elite Nacional; sete pontos separam os sete times que brigam neste pelotão pelo Brasileirão. Corinthians, Vasco, Botafogo, Flamengo, Fluminense, São Paulo e Inter ainda guardam forças e esperanças para tentar a taça, que já é velha conhecida de todos eles. Os próximos duelos irão afinar este grupo que ao meu ver terá de três à cinco times nos últimos confrontos. Na minha opinião Corinthians, Fluminense e Vasco chegarão forte até a penúltima rodada. Ali um dos cariocas morre ou morre os dois em um trágico empate. De final acredito que todos os cariocas vão à Libertadores, deixando São Paulo e Internacional à ver navios.
Conclusão
O Fim do mais disputado campeonato nacional dos últimos tempos chega galopante com decisões em todas as rodadas. Novamente temos tradicionais times lutando contra a degola, times na espreita por uma oportunidade de disparar na reta final e por fim a tradicional luta na parte de cima da tabela. Agora não é mais futebol, é guerra. E na guerra ganha quem está disposto a dar tudo de si e neste caso eu aponto o meu favorito; Atlético-GO. É claro que o Atlético-GO não será campeão este ano, mas ele é o clube que melhor simboliza o Brasileirão 2011. Dedicação, empenho, disputa, quebra de tabus, resultados surpreendentes, renascimentos e vitórias.
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17 de outubro de 2011
O Jogador Inconstante
Porque o título de post é o Jogador Inconstante? O título nos indica, aliado ao blog, que se trata de um jogador de futebol que não apresenta consistência e regularidade em suas atuações. Mas não é. Este é um post que visa tratar de um tema que vemos todos os dias, mas que parece não ter fim; porque os clubes mudam tanto de treinador?
Um exemplo é o São Paulo, mas está certo que o Andarilho Batista não é um grande treinador, mas porque ele, assim como tantos outros, não podem continuar com o trabalho por pelo menos dois anos? Vamos analisar isto com a metáfora da Fórmula-1; existem as equipes de construtores e elas ganham dinheiro quando seus pilotos vencem. Então para que a vitória venha elas armam o carro com as melhores peças do mercado, mas acabam pecando em uma coisa; o piloto.
O piloto pode ter sido bom em uma construtora rival, mas isto não quer dizer que logo de supetão ele será igualmente bom no novo carro. São peças diferentes, estilos diferentes e métodos diferentes. O processo de ingresso de um juvenil aos titulares é lento e envolve amadurecimento, mas já o de um treinador é algo como escolha por eliminação; contrata-se o cara que está desempregador e se der certo rápido ele fica, se der errado ele sai. Este método rápido e ineficaz serve apenas para atrasar o clube ainda mais do que seria em um processo de adaptação natural do treinador ao time.
Adílson Batista esteve exatos três meses na casamata tricolor e acumulou bons e maus resultados após pegar o time em um período extremamente tenso, com uma crise de identidade horrível (a enfim queda da ficha de ex-campeão) e problemas de disciplina. Porque o São Paulo não segurou o treinador? Há 20 clubes na Série A, mas aparentemente 19 dezenove treinadores estão fadados aos fracasso, já que só um pode ser campeão.
Sir Alex Ferguson treina a esquadra do Manchester United há 21 anos e é neste período o treinador mais vitorioso da história, mas ficou incríveis 4 anos sem conquistar nada pelos Devils no começo de sua carreira. Mas o clube apostou nele e deu certo. E então porque esta aposta não pode ser feita no Brasil?
Está na hora de mudar o jeito de pensar dos "construtores" do futebol. Está na hora de permitir o amadurecimento de um clube como um todo. Como uma boa vinícola está na hora de cultivar novos frutos e deixar amadurecer. Só assim não repetiremos as injustiças com os Adílsons, Osmares, Julinhos e outros que sofreram pela pressão absoluta por resultados.
Um exemplo é o São Paulo, mas está certo que o Andarilho Batista não é um grande treinador, mas porque ele, assim como tantos outros, não podem continuar com o trabalho por pelo menos dois anos? Vamos analisar isto com a metáfora da Fórmula-1; existem as equipes de construtores e elas ganham dinheiro quando seus pilotos vencem. Então para que a vitória venha elas armam o carro com as melhores peças do mercado, mas acabam pecando em uma coisa; o piloto.
O piloto pode ter sido bom em uma construtora rival, mas isto não quer dizer que logo de supetão ele será igualmente bom no novo carro. São peças diferentes, estilos diferentes e métodos diferentes. O processo de ingresso de um juvenil aos titulares é lento e envolve amadurecimento, mas já o de um treinador é algo como escolha por eliminação; contrata-se o cara que está desempregador e se der certo rápido ele fica, se der errado ele sai. Este método rápido e ineficaz serve apenas para atrasar o clube ainda mais do que seria em um processo de adaptação natural do treinador ao time.
Adílson Batista esteve exatos três meses na casamata tricolor e acumulou bons e maus resultados após pegar o time em um período extremamente tenso, com uma crise de identidade horrível (a enfim queda da ficha de ex-campeão) e problemas de disciplina. Porque o São Paulo não segurou o treinador? Há 20 clubes na Série A, mas aparentemente 19 dezenove treinadores estão fadados aos fracasso, já que só um pode ser campeão.
Sir Alex Ferguson treina a esquadra do Manchester United há 21 anos e é neste período o treinador mais vitorioso da história, mas ficou incríveis 4 anos sem conquistar nada pelos Devils no começo de sua carreira. Mas o clube apostou nele e deu certo. E então porque esta aposta não pode ser feita no Brasil?
Está na hora de mudar o jeito de pensar dos "construtores" do futebol. Está na hora de permitir o amadurecimento de um clube como um todo. Como uma boa vinícola está na hora de cultivar novos frutos e deixar amadurecer. Só assim não repetiremos as injustiças com os Adílsons, Osmares, Julinhos e outros que sofreram pela pressão absoluta por resultados.
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16 de outubro de 2011
Personalidade da Semana: Hugo de León
O que é possível dizer sobre Hugo de León? O Eterno Capitão foi simplesmente um dos mais completos e habilidosos zagueiros da história do futebol. Jogador de raça e empenho, acabou conquistando de várias gerações o título de Maior Ídolo, mas não foi em apenas um clube. Foram em dois.
De León se tornou herói tanto no Uruguai quanto no Brasil graças à suas atuações marcantes pelo Nacional, pelo Grêmio e por fim pela Seleção Uruguaia. Atuações estas que somadas lhe conferem 17 títulos, entre eles três Libertadores e três Mundiais de Clubes.
Clubes em que atuou:
Nacional (1977-1980), Grêmio (1981-1984), Corinthians (1984-1985), Santos (1986-1987), Logrõnés (1987-1988), Nacional (1988-1989), River Plate (1989-1990), Botafogo (1991), Toshiba S.C. (1991-1992) e novamente pelo Nacional (1992-1993). Também defendeu a Seleção Uruguai entre 1979 e 1990.
Títulos como Jogador:
Seleção do Uruguai
- Copa Ouro de 1980 (mundialito)
- Campeonato Sul-Americano Sub-20: 1977
Nacional
- Campeonato Mundial de Clubes: 1980, 1988;
- Copa Libertadores da América: 1980, 1988
- Recopa Sul-Americana: 1989
- Copa Interamericana: 1988
- Campeonato Uruguaio: 1977, 1980, 1992
- Campeonato Mundial de Clubes: 1983
- Copa Libertadores da América: 1983
- Copa Interamericana: 1983
- Campeonato Brasileiro: 1981
River Plate
- Campeonato Argentino: 1989, 1990
Curiosidades:
Se não bastassem os três Campeonatos Uruguaios conquistados no Nacional como jogador, ele tratou de levar o nome do clube ao pé da letra e conquistou mais três títulos nos três anos que treinou o clube.
Venceu uma Libertadores com o Nacional sobre o Inter, maior rival do Grêmio, e outra Libertadores com o Grêmio sobre o Peñarol, maior rival do Nacional. Também venceu a Copa Ouro (mundialito) em 1980 contra o Brasil, que curiosamente já entrou em guerra contra o Uruguai e o Rio Grande do Sul.
Também teve uma passagem como treinador do Grêmio em 2005, mas viria a ser substituído por Mano Meneses para a disputa da Série B, na qual o Grêmio sagraria-se campeão.
É o único jogador do mundo a ter ganho três Mundiais de Clubes.
12 de outubro de 2011
Análise Tática: México x Brasil
Mano entrou com o time armado da mesma forma como no jogo anterior, mas com as entradas de Marcelo, Daniel, Fernandinho, Lucas Leyva e Hulk nos lugares de Adriano, Fábio, Luiz Gustavo, Ralf e Fred, respectivamente. Estas substituições foram razoáveis já que acredito que Leyva no lugar de Fernandinho e Hernanes no lugar de Leyva manteria a ideia inicial acrescendo articulação e contenção ao time.
O princípio deste 4-3-3 com dois pontas e um volante articulador era de trabalhar com os dois lado a fim de criar linhas de fundo e ataques diagonais na área. Para chegar ao movimento pelo lado esquerdo a formação alocava Fernandinho para a lateral e centralizava David Luiz na zaga, dando passagem à Marcelo, que chegava até Ronaldinho para iniciar a jogada. Pela direita o trabalho seria parecido, mas com Marcelo alocado como zagueiro esquerdo em uma linha de três e com Dani Alves avançando um pouco mais que Marcelo.
Este sistema necessitava de uma boa articulação dos meias, boa movimentação dos laterais, boa organização na linha defensiva, boa finalização aérea por parte de Hulk, mas principalmente de bons passes e cruzamentos dos pontas do time. Coisa que não ocorreu.
1º tempo, erros e inconstância
Infelizmente não saiu como o esperado. Dani Alves, muito ofensivo, saía para o ataque e lançava boas bolas que acabavam mortas nos pés de Lucas, que mais uma vez fracassou pela seleção sendo novamente o pior em campo. Já Marcelo tentava articular com Neymar, mas o craque santista não fez seu papel de ponta e jogou como um ala-avançado extremamente fominha (como Nani) que acabou cedendo frente à marcação mexicana.
Foi em um dos avanços de Marcelo que Fernandinho não integrou-se na posição aberta e o time levou o contra-ataque em linha de fundo que culminaria no gol contra de David Luiz. Muita tensão em jogo, mas ainda havia um bom equilíbrio em campo.
Daniel Alves, Leyva e Ronaldinho perderam o domínio do meio e acabaram cedendo muitos contra-ataques no fim da primeira etapa, mas acabou sendo novamente pelo lado direito que pintou um que poderia encerrar o jogo para o Brasil. Lançamento curto da intermediária e Dani Alves derruba o atacante mexicano; pênalti e segundo amarelo para o lateral do Barcelona. Jefferson pega a cobrança muito mal batida e dá alívio ao time. Fim do primeiro tempo.
2º tempo, talento individual resolve
Sai o inoperante Lucas e entra Adriano para preencher a lateral direita brasileira e com isso constatamos, uma melhora no time (segunda atuação parca seguida de Lucas, há um problema). Fernandinho volta melhor e começa a preencher bem a lateral de Marcelo durante os ataques e com isso cria-se uma segura opção ofensiva no lado esquerdo. O México ataca e se defende bem, mas começou a cair frente à uma coisa que a tática não costuma prever. Talento.
Aos 33 Ronaldinho bate excelente falta pelo lado esquerdo, encerra um jejum de quatro anos sem marcar e com isto empata o jogo, mas o melhor viria para o final: cinco minutos depois, Marcelo fez seu habitual avanço, tabelou com Neymar (que só conseguia fazer isto, dada a marcação), penetrou na área e fechou o placar.
Após isto a defesa brasileira conseguiu enfim cerra o pulso e controlar um pouco o jogo. Já no finalzinho Mano pôs Jonas, Elias e Hernanes nas posições de Hulk, Neymar e Ronaldinho. Nada que nesta altura pudesse comprometer o time.
Considerações
Mano tentou repetir seu esquema e de novo foi surpreendido pelo fracasso e inoperância de Lucas, perdendo muito no lado direito, e pela fome de gols de Neymar, perdendo igualmente no lado esquerdo. Um rearranjo tático corrigia isto tirando Neymar mais para a saída da área e trazendo Lucas ao meio para criar as jogadas. Com isto Fred seria melhor opção para compor o ataque e com isso poderíamos ter vencido o desarme mexicano com uma boa articulação ofensiva.
Defensivamente acredito que havia o que melhorar. Quanto aos quatro defensores nada à reclamar quanto a escolha, mas ressalto que nos dois volantes poderia haver uma alteração mais inteligente; Lucas no lugar de Fernandinho e então Hernanes na posição de Lucas. Isso proveria articulação, velocidade e recomposição da defesa durante os ataques.
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9 de outubro de 2011
Considerações sobre a rodada
Olá à todos. Mais um sábado decisivo no futebol se encerra e com ele nós temos algumas considerações sobre esta rodada.
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Coritiba x Grêmio
Esqueça tudo que você conhece sobre futebol ruim. Esqueça os Américas, os Juventus de Interior, os Braganças, os XV de Novembro, esqueça tudo! América e Atlético, em detrimento às profecias de Milton Neves, protagonizaram a criação de um novo patamar de ruindade futebolística diante dos 752 infelizes pagantes nesta noite de sábado.
Coritiba x Grêmio
Coritiba e Grêmio nesta fase do campeonato é sinal de jogo pegado até o fim, e foi isto mesmo. Provocações e faltas de ambos os lados criaram o clima ideal para uma partida de bola que só não foi perfeita, na opinião do cronista, devido a falha de Celso Roth.
O Grêmio vinha se armando em um 4-5-1 muito ofensivo, mas nesta noite sem Douglas, Celso optou por incluir Diego Clementino (o Escurinho do Século XXI) no ataque. Com a péssima alteração o ataque tricolor não levou perigo e o time paranaense mostrou serviço ao vencer do Grêmio.
Agora o Coritiba arranca na tabela rumo à Libertadores e deixa o futuro tricolor ainda mais incerto.
O Grêmio que foi ultrapassado pelo Coxa pega agora o Figueirense em casa pensando em recuperação enquanto o Coritiba que subiu, provisoriamente, quatro posições pega o Fluminense fora de casa, parada difícil.
Botafogo x Bahia
Mais um desperdício do amarelão Botafogo que entregou um ponto de bandeja para um aguerrido time do Bahia, que jogou o segundo tempo inteiro com um a menos. Jogo truncado e cheio de provocações de ambos os lados, mas que não culminou em nada já que ambos os clubes seguem "parados" na esquina. Botafogo vai desperdiçando dia após dia a chance de título, enquanto o Bahia não se afasta e nem se aproxima de lugar algum na tabela.
Agora o Fogão enfrenta o Timão fora de casa em partida importante pela ponta da tabela, enquanto o Tricolor de Aço pega o Cruzeiro em casa para exorcizar de vez o fantasma da Série B.
América-MG x Atlético-MG
Esqueça tudo que você conhece sobre futebol ruim. Esqueça os Américas, os Juventus de Interior, os Braganças, os XV de Novembro, esqueça tudo! América e Atlético, em detrimento às profecias de Milton Neves, protagonizaram a criação de um novo patamar de ruindade futebolística diante dos 752 infelizes pagantes nesta noite de sábado.
Um empate esdrúxulo que serve para confirmar uma única coisa; América e Atlético já estão na segunda divisão, e nada pode mudar isto. Sorte para o terceiro mineiro, que agora só pode ser ameaçado pelo distanciamento dos outros times e pela chegada do Paranaense.
Agora o América-MG enfrenta o Ceará brigando pela última fresta de vida no caixão enquanto o Atlético recebe o Santos em casa para quem sabe ainda alimentar esperanças de uma Sul-Americana.
Agora o América-MG enfrenta o Ceará brigando pela última fresta de vida no caixão enquanto o Atlético recebe o Santos em casa para quem sabe ainda alimentar esperanças de uma Sul-Americana.
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8 de outubro de 2011
Análise Tática: Brasil x Costa Rica
Todos já devemos saber o placar deste jogo, por esta razão eu gostaria de dissecar a formação de Mano para explicar o porque de um placar tão magro contra a pífia Seleção Costa-Riquenha.
Ideia Inicial
A intenção original era de um 4-3-3 com dois volantes e dois pontas com Ronaldinho de articulador central. Dentro da intenção desta escalação previa-se que Luiz Gustava fosse apoiar Ronaldinho no meio enquanto Ralf fechasse o meio com os dois laterais apoiando os meias e os pontas. A principal jogada de ataque seria as descidas velozes na diagonal e as linhas de fundo que deveriam parar em Fred, mas não foi isto que aconteceu.
O que aconteceu no primeiro tempo
Ronaldinho tentava articular, mas suas jogadas eram impiedosamente destroçadas por causa de quatro jogadores; Lucas, Neymar, Fábio e Luiz Gustavo. Lucas pois foi uma estátua e nada fez em campo com a bola, Neymar devido à sua intensa movimentação para o lado direito do meio-de-campo (movimentação, diga-se, desnecessária), Fábio pois estava ofensivo de mais e quase não apoiava o meio, e por fim, Luiz Gustavo que acabou se afobando e entre meia e volante foi um nada.
Tecnicamente o time estava com três zagueiros (Ralf cobrindo quase dentro da área), mas os de origem tinham que cobrir as laterais, um volante que saía no mundo e perdia a bola e por fim seis jogadores de ataque inconsistentes.
Então vieram as substituições.
Segundo tempo, nova cara
Intervalo e Mano saca Lucas e Gustavo para dar lugar à Oscar e Hernanes. O time começa a corresponder, mas logo aos dez minutos Daniel Alves ante no lugar do lesionado Fábio. O que era para ser triste acabou sendo feliz para o Brasil; Daniel entrou mais defensivamente e fazendo bem o apoio.
A jogada passou a ser criada por Hernanes, que fez o que Gustavo não fez, que distribuía para as quatro outras peças do meio. Dali pra frente o time se armava ofensivamente e preparava a jogada triunfal; Cruzamento Longo à Moda Catalã. Gol de Neymar e o Brasil faz o placar aos 14' da segunda etapa.
Minutos Finais
Mano Menezes saca o garoto Neymar, poupando-o, e o veterano Fred para dar lugar à Jonas e Hulk. Infelizmente com isto Mano eliminou qualquer possibilidade ofensiva do time; Hulk e Jonas entraram como ponta-esquerda e ponta-direita, respectivamente. Ronaldinho tentou aproximar e centralizar as jogadas, mas nem mesmo assim o ataque engrenou e por conta disto o placar morreu aí. Brasil um, Costa-Rica zero.
Avaliação dos Jogadores:
Júlio César - Bom
Apareceu quando tinha que aparecer e teve atuação segura.
Jefferson - Bom
Manteve a segurança e a firmeza no gol brasileiro.
Adriano - Regular
Não fez boa partida, mas não foi comprometedor.
Thiago Silva - Regular
Algumas jogadas bizarras e falhas no campo defensivo comprometeram a nota do jogador.
David Luiz - Bom
Foi seguro e defendeu bem o flanco mais aberto do time.
Fábio - Ruim
Atuação insegura de alguém que quis fazer mais que o devido em campo.
Daniel Alves - Bom
Entrou bem e deu o passe pro gol da vitória.
Luiz Gustavo - Ruim
Outro jogador inseguro que fez um papel que não lhe era devido.
Ralf - Regular
Foi seguro, mas falhou em alguns toques de bola em seu próprio setor. Também falhou na marcação dos meias costa-riquenhos.
Hernanes - Bom
Deu outra cara ao time com bons passes e com uma presença, tanto ofensiva quanto defensiva, muito forte.
Ronaldinho Gaúcho - Regular
Esforçou-se, mas foi muito aquém do que se esperava.
Oscar - Bom
Entrou bem no jogo e melhorou a articulação no lado esquerdo.
Neymar - Regular
Primeiro tempo muito ruim com muita movimentação desnecessária e faltas bobas, mas compensou com um gol na segunda etapa.
Fred - Ruim
Não foi efetivo em campo e nada fez em suas poucas oportunidades.
Lucas - Punição Divina
Pior em campo, comprometeu tanto a articulação, quanto a finalização.
Jonas - Regular
Apanhou, apanhou e não pode fazer nada na ponta-esquerda, que não é o seu lugar.
Hulk - Ruim
Finalizou apenas uma vez e ainda sim foi um chute torto e sem nexo. Teve má movimentação e não aproveitou seu escasso tempo.
Mano Menezes - Regular
Entrou com a mesma formação do último jogo, mas quando ela deu errado demorou para agir. Fez certo sacando Lucas, Fábio e Gustavo para dar lugar à Oscar, Daniel e Hernanes que deram mais mobilidade e inteligência ao time.
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A intenção original era de um 4-3-3 com dois volantes e dois pontas com Ronaldinho de articulador central. Dentro da intenção desta escalação previa-se que Luiz Gustava fosse apoiar Ronaldinho no meio enquanto Ralf fechasse o meio com os dois laterais apoiando os meias e os pontas. A principal jogada de ataque seria as descidas velozes na diagonal e as linhas de fundo que deveriam parar em Fred, mas não foi isto que aconteceu.
O que aconteceu no primeiro tempo
Ronaldinho tentava articular, mas suas jogadas eram impiedosamente destroçadas por causa de quatro jogadores; Lucas, Neymar, Fábio e Luiz Gustavo. Lucas pois foi uma estátua e nada fez em campo com a bola, Neymar devido à sua intensa movimentação para o lado direito do meio-de-campo (movimentação, diga-se, desnecessária), Fábio pois estava ofensivo de mais e quase não apoiava o meio, e por fim, Luiz Gustavo que acabou se afobando e entre meia e volante foi um nada.
Tecnicamente o time estava com três zagueiros (Ralf cobrindo quase dentro da área), mas os de origem tinham que cobrir as laterais, um volante que saía no mundo e perdia a bola e por fim seis jogadores de ataque inconsistentes.
Então vieram as substituições.
Segundo tempo, nova cara
Intervalo e Mano saca Lucas e Gustavo para dar lugar à Oscar e Hernanes. O time começa a corresponder, mas logo aos dez minutos Daniel Alves ante no lugar do lesionado Fábio. O que era para ser triste acabou sendo feliz para o Brasil; Daniel entrou mais defensivamente e fazendo bem o apoio.
A jogada passou a ser criada por Hernanes, que fez o que Gustavo não fez, que distribuía para as quatro outras peças do meio. Dali pra frente o time se armava ofensivamente e preparava a jogada triunfal; Cruzamento Longo à Moda Catalã. Gol de Neymar e o Brasil faz o placar aos 14' da segunda etapa.
Minutos Finais
Mano Menezes saca o garoto Neymar, poupando-o, e o veterano Fred para dar lugar à Jonas e Hulk. Infelizmente com isto Mano eliminou qualquer possibilidade ofensiva do time; Hulk e Jonas entraram como ponta-esquerda e ponta-direita, respectivamente. Ronaldinho tentou aproximar e centralizar as jogadas, mas nem mesmo assim o ataque engrenou e por conta disto o placar morreu aí. Brasil um, Costa-Rica zero.
Avaliação dos Jogadores:
Júlio César - Bom
Apareceu quando tinha que aparecer e teve atuação segura.
Jefferson - Bom
Manteve a segurança e a firmeza no gol brasileiro.
Adriano - Regular
Não fez boa partida, mas não foi comprometedor.
Thiago Silva - Regular
Algumas jogadas bizarras e falhas no campo defensivo comprometeram a nota do jogador.
David Luiz - Bom
Foi seguro e defendeu bem o flanco mais aberto do time.
Fábio - Ruim
Atuação insegura de alguém que quis fazer mais que o devido em campo.
Daniel Alves - Bom
Entrou bem e deu o passe pro gol da vitória.
Luiz Gustavo - Ruim
Outro jogador inseguro que fez um papel que não lhe era devido.
Ralf - Regular
Foi seguro, mas falhou em alguns toques de bola em seu próprio setor. Também falhou na marcação dos meias costa-riquenhos.
Hernanes - Bom
Deu outra cara ao time com bons passes e com uma presença, tanto ofensiva quanto defensiva, muito forte.
Ronaldinho Gaúcho - Regular
Esforçou-se, mas foi muito aquém do que se esperava.
Oscar - Bom
Entrou bem no jogo e melhorou a articulação no lado esquerdo.
Neymar - Regular
Primeiro tempo muito ruim com muita movimentação desnecessária e faltas bobas, mas compensou com um gol na segunda etapa.
Fred - Ruim
Não foi efetivo em campo e nada fez em suas poucas oportunidades.
Lucas - Punição Divina
Pior em campo, comprometeu tanto a articulação, quanto a finalização.
Jonas - Regular
Apanhou, apanhou e não pode fazer nada na ponta-esquerda, que não é o seu lugar.
Hulk - Ruim
Finalizou apenas uma vez e ainda sim foi um chute torto e sem nexo. Teve má movimentação e não aproveitou seu escasso tempo.
Mano Menezes - Regular
Entrou com a mesma formação do último jogo, mas quando ela deu errado demorou para agir. Fez certo sacando Lucas, Fábio e Gustavo para dar lugar à Oscar, Daniel e Hernanes que deram mais mobilidade e inteligência ao time.
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6 de outubro de 2011
Considerações sobre a rodada
Olá à todos. Esta quarta-feira de futebol foi extremamente decisiva para a sequencia do campeonato (e para a eventual tríplice coroa vascaína) e por isso acredito que eu deva falar um pouco dos triunfos azuis na rodada.
Grêmio x Santos
Jogo válido pela 11º rodada do Brasileirão, onde o Santos tava se matando pra adiar jogo, e que o Grêmio extrapolou. Digno de grandeza em todos os sentidos, o Tricolor soube atacar com suas seis peças ofensivas e com bom passe e muitas finalizações (mais de 20) acabou jogando muita pressão no time santista. O Santos se segurou muito bem, mas o gol aos nove minutos em jogada ensaiada derrubou os sonhos da esquadra da Vila. O time inteiro articulava e atacava e com isto o time alvinegro não saiu do zero e viu suas esperanças levianas de título irem por água à baixo.
Destaque para a articulação gremista que terminou no cabeceio de Brandão, nosso novo e sortudo centro-avante.
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Cruzeiro x São Paulo
Jogo eletrizante do começo ao fim. A esquadra celeste brigando pela Primeira Divisão e o Rogério Ceni F.C. lutando ferrenhamente para manter acesa a chama do título protagonizaram nesta noite de quarta um clássico emocionante. Rivaldo começou a partida de titular ao lado de Luís Fabiano e com o auxílio de Jean e Cícero mostrou o que o time paulista desejava na Arena do Jacaré, mas foi o Cruzeiro que abriu o placar com uma jogada de linha de fundo de Montillo (falha do Cone Paraíba, que é o Lúcio do Grêmio só que com mais cabelo e menos juízo) que terminou nos pés de Keirrison. Brilha a estrela de Luís Fabiano que deixa Cícero na frente do gol para marcar o gol de empate. Dagoberto marcaria um lindo gol na virada, mas os gols de Charles (Cruzeiro), Juan (São Paulo) e Anselmo Ramon (Cruzeiro) fechariam a noite no três à três. Resultado horrível para ambas as equipes, já que o São Paulo pode perder duas posições e o Cruzeiro pode se aproximar ainda mais do Z-4 (devido ao clássico América-MG x Atlético-MG).
Aurora-BOL x Vasco
A coisa não ficou boa pro Vasco. Após um gol bizarro de Bernardo que recebeu um lançamento longo de Fagner (craque vascaíno na minha opinião) e viu o goleirão boliviano bater roupa no espaço. Sem piedade a esquadra cruz-maltina fechou o primeiro tempo no 1 à 0. O segundo tempo foi um desastre para o time carioca; três gols e um enorme desperdício de jogadas que poderiam facilmente colocar o Vasco nas quartas-de-final da competição sul-americana. Villalba (não o da Seleção Argentina B), Andaveris e Reinoso anotaram para a equipe da casa e jogaram um balde de água fria no sonho da tríplice. Destaque negativo para o treinador que promoveu Márcio Careca (a antítese de um bom jogador) do banco quando a equipe vascaína ainda tinha chances de ganhar.
5 de outubro de 2011
Rebaixamento Celeste - Parte 2
Elenco
Avaliemos agora o elenco cruzeirense para entendermos os riscos que um rebaixamento pode trazer ao clube.
Goleiros
Fábio - De extremamente difícil manutenção. É um jogador valorizado e que muito provavelmente será sacrificado no próximo ano.
Gabriel - Muito valorizado, irá sair do clube com muita certeza.
Rafael - Menos valorizado do clube, permanecerá para esquentar o banco de um goleiro mais experiente.
Resultado: O clube sofrerá desfalques sob a meta que devem ser facilmente sanados com a contratação de algum goleiro queimado na primeira divisão, ou alguma rara promessa da segunda, de toda forma o rebaixamento significará uma perde imensa no setor dos arqueiros.
Laterais
Vitor - Jogador de empréstimo, não permanece.
Diego Renan - Bom lateral, difícil permanência, deve ir para algum clube da 1º Divisão.
Gil Bahia - Permanecerá mais algumas temporadas no clube, tudo depende da campanha do próximo ano.
Resultado: Um baque em um dos mais jovens e promissores setores cruzeirenses.
Zagueiros
Léo - Permanecerá.
Victorino - Sairá facilmente do clube, muito valor e muito histórico para permanecer na segundona.
Naldo - Deve ficar.
Cribari - Detentor de um bom currículo, deve ser contratado por algum time da 1º ou acabar retornando à um pequeno da Itália. Na melhor das hipóteses ele fica.
Resultado: Chance de correção em um setor deficiente e onde o dinheiro foi mal aplicado. Há boas promessas vindas da segundona;
Volantes
Marquinhos Paraná - Das duas uma; ou se aposenta ou é negociado para um pequeno da 2º.
Fabrício - Deve permanecer, mas ainda será assunto de interesse entre clubes recém-chegados à 1º
Leandro Guerreiro - Provavelmente deve ficar em outro clube, mas é de permanência viável.
Everton - O mais provável é que fique no clube.
Charles - Pertencente ao Lokomotiv deve ir para outro clube.
Resultado: As mudanças neste setor não serão tão bruscas, mas ocorrerão e devem ser executadas de forma que tudo corra bem para a permanência de outros grandes jogadores para um retorno à primeirona.
Meias
Walter Montillo - Permanência complicada, já que desperta interesse no San Lorenzo e em outros clubes argentinos e chilenos. É um bom meia e que com uma boa proposta pode acabar ficando no clube pelo papel de herói/protagonista.
Roger - Deve trocar o Celeste por algum time árabe disposto à pagar seu gordo salário.
Bruninho - Preso ao contrato e muito feliz por estar em um time maior que o De Feira, ficará no Cruzeiro para ter uma boa sequencia na segundona.
Élber - Permanece em busca de uma sequencia para seu futuro.
Resultado: Uma boa sequencia para os jovens jogadores e uma esperança de negociação com Montillo podem significar bons frutos em 2012. Cabe à diretoria executar boas jogadas para manutenção e reforço deste setor.
Atacantes
Wallyson - Ainda depende de sua recuperação.
Ortigoza - Será re-emprestado pelo Sol de América para um clube melhor situado.
Ramon - Pode permanecer o clube, pois deseja firmar-se após os seus sucessivos empréstimos.
Ernesto Farías - Deve retornar ao futebol argentino.
Wellington Paulista - Tem tudo para mudar de clube e com isso permanecer na primeira divisão.
Keirrison - Se jogar bem pode ser comprado dor Barcelona, se jogar mal vai acabar no futebol romeno.
Bobô - É provável que fique. Pior pro Cruzeiro.
Resultado: Muitas mudanças virão com o eventual rebaixamento. Oportunidade para montar um novo e poderoso ataque com jogadores da segundona. Destruir parece ser a única alternativa no pior setor cruzeirense.
Considerações Finais
Avaliando o elenco cruzeirense nós temos uma equipe jovem e com futuro que deverá ser desmanchada por conta dos péssimos investimentos desta temporada que trouxeram dívidas que só podem ser sanadas com as vendas destes jogadores, mas infelizmente é isto que leva ao vicioso círculo de rebaixamentos.
Agora resta ao Cruzeiro em caso de rebaixamento uma esperança de bons e precisos investimentos na segunda divisão e de um fim nas rixas internas para quem sabe neste hipotético e negro futuro retornar ao patamar que tanto merece. O primeiro passo já foi dado e a nova diretoria tem muito à fazer, agora resta ao Cruzeiro uma lição; político não leva jeito pra ser dirigente, e eu falo com experiência própria de um gremista.
Avaliemos agora o elenco cruzeirense para entendermos os riscos que um rebaixamento pode trazer ao clube.
Goleiros
Fábio - De extremamente difícil manutenção. É um jogador valorizado e que muito provavelmente será sacrificado no próximo ano.
Gabriel - Muito valorizado, irá sair do clube com muita certeza.
Rafael - Menos valorizado do clube, permanecerá para esquentar o banco de um goleiro mais experiente.
Resultado: O clube sofrerá desfalques sob a meta que devem ser facilmente sanados com a contratação de algum goleiro queimado na primeira divisão, ou alguma rara promessa da segunda, de toda forma o rebaixamento significará uma perde imensa no setor dos arqueiros.
Laterais
Vitor - Jogador de empréstimo, não permanece.
Diego Renan - Bom lateral, difícil permanência, deve ir para algum clube da 1º Divisão.
Gil Bahia - Permanecerá mais algumas temporadas no clube, tudo depende da campanha do próximo ano.
Resultado: Um baque em um dos mais jovens e promissores setores cruzeirenses.
Zagueiros
Léo - Permanecerá.
Victorino - Sairá facilmente do clube, muito valor e muito histórico para permanecer na segundona.
Naldo - Deve ficar.
Cribari - Detentor de um bom currículo, deve ser contratado por algum time da 1º ou acabar retornando à um pequeno da Itália. Na melhor das hipóteses ele fica.
Resultado: Chance de correção em um setor deficiente e onde o dinheiro foi mal aplicado. Há boas promessas vindas da segundona;
Volantes
Marquinhos Paraná - Das duas uma; ou se aposenta ou é negociado para um pequeno da 2º.
Fabrício - Deve permanecer, mas ainda será assunto de interesse entre clubes recém-chegados à 1º
Leandro Guerreiro - Provavelmente deve ficar em outro clube, mas é de permanência viável.
Everton - O mais provável é que fique no clube.
Charles - Pertencente ao Lokomotiv deve ir para outro clube.
Resultado: As mudanças neste setor não serão tão bruscas, mas ocorrerão e devem ser executadas de forma que tudo corra bem para a permanência de outros grandes jogadores para um retorno à primeirona.
Meias
Walter Montillo - Permanência complicada, já que desperta interesse no San Lorenzo e em outros clubes argentinos e chilenos. É um bom meia e que com uma boa proposta pode acabar ficando no clube pelo papel de herói/protagonista.
Roger - Deve trocar o Celeste por algum time árabe disposto à pagar seu gordo salário.
Bruninho - Preso ao contrato e muito feliz por estar em um time maior que o De Feira, ficará no Cruzeiro para ter uma boa sequencia na segundona.
Élber - Permanece em busca de uma sequencia para seu futuro.
Resultado: Uma boa sequencia para os jovens jogadores e uma esperança de negociação com Montillo podem significar bons frutos em 2012. Cabe à diretoria executar boas jogadas para manutenção e reforço deste setor.
Atacantes
Wallyson - Ainda depende de sua recuperação.
Ortigoza - Será re-emprestado pelo Sol de América para um clube melhor situado.
Ramon - Pode permanecer o clube, pois deseja firmar-se após os seus sucessivos empréstimos.
Ernesto Farías - Deve retornar ao futebol argentino.
Wellington Paulista - Tem tudo para mudar de clube e com isso permanecer na primeira divisão.
Keirrison - Se jogar bem pode ser comprado dor Barcelona, se jogar mal vai acabar no futebol romeno.
Bobô - É provável que fique. Pior pro Cruzeiro.
Resultado: Muitas mudanças virão com o eventual rebaixamento. Oportunidade para montar um novo e poderoso ataque com jogadores da segundona. Destruir parece ser a única alternativa no pior setor cruzeirense.
Avaliando o elenco cruzeirense nós temos uma equipe jovem e com futuro que deverá ser desmanchada por conta dos péssimos investimentos desta temporada que trouxeram dívidas que só podem ser sanadas com as vendas destes jogadores, mas infelizmente é isto que leva ao vicioso círculo de rebaixamentos.
Agora resta ao Cruzeiro em caso de rebaixamento uma esperança de bons e precisos investimentos na segunda divisão e de um fim nas rixas internas para quem sabe neste hipotético e negro futuro retornar ao patamar que tanto merece. O primeiro passo já foi dado e a nova diretoria tem muito à fazer, agora resta ao Cruzeiro uma lição; político não leva jeito pra ser dirigente, e eu falo com experiência própria de um gremista.
3 de outubro de 2011
Rebaixamento Celeste - Parte 1
Olá à todos. Hoje gostaria de falar que de acordo com uma vontade minha decidi refinar um pouco mais o blog e focar na ideia inicial de apenas tratar da parte técnica do futebol. Sem divulgação colossal de resultados ou comentários sobre a liga da Bósnia, aqui serão postadas resenhas sobre partidas da UCL e das grandes ligas, contratações pelo mundo, formações táticas, partidas e jogadores históricos e novidades importantes do futebol. Então para re-começar com o pé direito aí vai uma análise em duas partes a cerca do fantasma que sonda a Toca da Raposa.
Após a gloriosa Batalha dos Aflitos o Grêmio retornou com tudo à Série A para chegar à terceira colocação e cravar seu nome na Libertadores da América. Tudo graças a mais contratações cirúrgicas, Tcheco, e a manutenção dos craques da base que já eram sondados por gigantes europeus. Competência da Diretoria e garra em campo garantiram um Grêmio ainda maior.
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Todos sabem que o Cruzeiro está mal, muito mal mesmo. O Celeste de Minas está indo em uma tormenta rumo à Segunda Divisão e parece que nada pode resgatá-lo de lá, nem mesmo Montillo pode salvar o clube deste pavoroso destino. Tendo em vista que se o Cruzeiro for rebaixado, sua fiel torcida sabe que o clube voltará rápido e melhor, como ocorreu com Grêmio e Corinthians, mas será mesmo? Vamos analisar:
Grêmio, da queda à ascensão.
O Imortal Tricolor foi rebaixado em 2004 com a pior campanha da história do Brasileirão até então e com um elenco recheado de péssimos jogadores. Uma antítese do Grêmio Copeiro exemplificada em Tavarelli, o goleiro que não sabia erguer os braços. Soma-se o péssimo elenco à uma péssima comissão técnica e uma péssima diretoria e você tem uma máquina da morte, a nossa morte.
Eis que surge 2005 e com ele uma surpresa; o Grêmio renasce com todas as forças, mas de onde poderia surgir esta força? Uma base surpreendente que trouxe Anderson e Lucas do nada ao estrelato e contratações cirúrgicas e baratas vindas de times minúsculos, Sandro Goiano por exemplo, que salvaram o Grêmio.
Anderson é vendido no final de 2006 para o Porto e com o dinheiro o Grêmio inicia contratações internacionais, com destaque para o goleiro Saja, bicampeão da Sul-Americana, e para o zagueiro Schiavi, campeão da Libertadores pelo Boca. Douglas Costa é promovido da base e integra o elenco dando opções velozes ao time comandado por Mano. Resultado Final: Grêmio vice-campeão da Libertadores e uma sexta colocação no Brasileirão, devido ao intenso desgaste da Libertadores.
Desde então o Grêmio vem cravando classificações à Libertadores e vendendo grandes garotos para a Europa, mantendo a economia e a incessante busca pela vitória. A exemplo do Corinthians que após retornar conseguiu com boas políticas da Diretoria angariar fundos, contratar estrelas e atingir boas campanhas, Copa do Brasil 09 e 3º colocação no Brasileiro 10. Mas a pergunta é: o que o Cruzeiro tem a ver com isto?
29 de setembro de 2011
Enquete da Semana
Após a vitória da Seleção Brasileira por dois à zero sobre a Argentina nesta quarta-feira pela Copa Roca uma dúvida ficou no ar: qual o futuro da lateral-esquerda da Seleção? O lateral do Botafogo e da Seleção, Bruno Cortês, mostrou muito bom futebol e foi decisivo para a partida com belos passes e atuação ofensiva magistral. Além dele nós temos outros grandes jogadores que atuaram muito bem nos últimos tempos (André engrenando nos Gunner, Marcelo mostrando serviço há algum tempo e Fábio cada dia mais experiente sob a sombra de Evra) e que vem recebendo oportunidades quase sempre sem as corresponder. Por conta disto prossegue a briga pelo flanco esquerdo, que está desprotegido desde que Roberto Carlos decidiu pendurar o meião contra a França em 2006.
Então esta é a enquete da semana:
O que você acha de Bruno Cortês no 4-2-1-2-1 de Mano?
Ruim. Não vai se firmar na seleção de Mano.
Meia-Boca. Ainda não é jogador de seleção.
Bom. Tem um grande futuro na seleção.
Então esta é a enquete da semana:
O que você acha de Bruno Cortês no 4-2-1-2-1 de Mano?
Ruim. Não vai se firmar na seleção de Mano.
Meia-Boca. Ainda não é jogador de seleção.
Bom. Tem um grande futuro na seleção.
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Da minha parte eu realmente não acredito muito em um futuro brilhante para Bruno Cortês. Sem poder brigar pela vaga de apoiador dos flancos, ocupada pela lateral direita de Maicon e Daniel, lhe resta o papel defensivo, melhor desempenhado por Fábio e Marcelo, ambos com mais experiência e condicionamento tático, mas e você? Qual a sua opinião? Opine e deixe seu comentário!
Um grande abraço.
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27 de setembro de 2011
Controvérsia em Debate
Olá à todos. Hoje gostaria de trazer o blog de volta à tona com um tema polêmico: influência. Influência é um poder que pessoas, objetos e/ou entidades tem de manipular as ações de outras pessoas, objetos e/ou entidades. Olhando por um determinado ângulo, este poder é extremamente grande e por isso deve ser trabalhado com cuidado, principalmente por instituições como a FIFA e mais particularmente neste caso a CBF.
Todos devem estar por dentro de um assunto que tomou conta dos noticiários esportivos da última semana: a recusa de Mário Fernandes à Seleção. Avaliando isso mais à fundo podemos notar que muitas portas se fecharão para Mário, portas fechadas por razões pessoais, insanidade ou amor à camisa, coisas que não cabe à mim julgar por hora.
Estes aparentemente são dois temas opostos, mas há um tema que os liga e eis que ele surge: é possível uma entidade super-influente manipular outra entidade super-influente para arquitetar uma vingança contra um jogador que se recuse à obedece-la? Será possível que um jogador seja desmerecido por querer poupar-se e ater-se à seu time em um momento decisivo do campeonato? Pois lhes mostro que sim e com as simples provas:
- Como alguém que é líder geral e fica em primeiro na rodada pode cair para segundo?
Essa é controvérsia que será posta em debate esta semana. Este post não acaba por aqui, ele continua nos comentários. Nos seus comentários.
Um grande abraço.
Todos devem estar por dentro de um assunto que tomou conta dos noticiários esportivos da última semana: a recusa de Mário Fernandes à Seleção. Avaliando isso mais à fundo podemos notar que muitas portas se fecharão para Mário, portas fechadas por razões pessoais, insanidade ou amor à camisa, coisas que não cabe à mim julgar por hora.
Estes aparentemente são dois temas opostos, mas há um tema que os liga e eis que ele surge: é possível uma entidade super-influente manipular outra entidade super-influente para arquitetar uma vingança contra um jogador que se recuse à obedece-la? Será possível que um jogador seja desmerecido por querer poupar-se e ater-se à seu time em um momento decisivo do campeonato? Pois lhes mostro que sim e com as simples provas:
De acordo com este post da Globo, Mário Fernandes perdeu a liderança do Armandão (premiação relativamente nova da entidade) na última rodada, mas é engraçado pois neste outro post (pontuação dos jogadores na rodada) Mário Fernandes foi o craque da posição na última rodada. A lógica é clara:
- Como alguém que é líder geral e fica em primeiro na rodada pode cair para segundo?
Essa é controvérsia que será posta em debate esta semana. Este post não acaba por aqui, ele continua nos comentários. Nos seus comentários.
Um grande abraço.
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24 de abril de 2011
Personalidade da Semana: Pepe
Olá a todos. Hoje eu queria começar me desculpando pelo recesso forçado que enfrentamos, mas bola pra frente que o jogo só acaba quando termina. Isso pode até parecer uma daquelas inteligentes frases do Cruyff, mas não é. Voltando ao assunto eu poderia posta sobre um monte de coisa; meus acertos no bolão de apostas, a goleada do Cruzeiro, a porcaria que é um gramado sintético, a vitória incrível do Real, mas principalmente da inteligência do Mourinho ou quem sabe até falar da rodada na Inglaterra. Hoje eu escolhi tratar sobre um jogador que todos davam como morto, fracasso, estúpido e a meio caminho de já estar aposentado, mas que calou a critíca com duas excelentes atuações jogando e anulando o duas vezes melhor do mundo Lionel Messi. Se você pensou em Pepe, jogador do Real Madrid, acertou.
Képler Laveran Lima Ferreira, o Pepe, é um jogador defensivo que assim como Sérgio Busquets quebra galho na zaga e na volância. Nascido em 26 de Fevereiro de 1983 (Ano da Grandeza do Maior do Maior) em Maceió. Revelado na base do CRB ele foi muito cedo para Futebol Português aonde jogou no Marítimo de 2001 à 2004 quando foi contratado pelo Porto para a disputa do Intercontinental (vencido pelo Porto). Após três temporadas junto aos Dragões ele foi comprado pelo valor de 30 milhões de euros. Isso mesmo; trinta milhões. O valor de sua contratação só se encontra atrás na história do Real Madrid em relação as de CR7, Zidane, Kaka, Figo, Ronaldo, Robben e Anelka. Vale ressaltar que desde de 2007 ele atua pela Seleção Lusa.
É conhecido por ser um jogador violento e que usa da força bruta para bater seus oponentes. É peça importante no esquema de Mourinho e é muito requisitado para usar seus movimentos no intuito de travar de oponentes habilidosos, como Messi, que sucumbiu perante seu marcador nos dois últimos confrontos.
Títulos na Carreira:
Copa Intercontinental 04 - Porto
Liga Sagres 06 - Porto
Copa de Portugal 06 - Porto
Supercopa de Portugal - 06
Liga Sagres 07 - Porto
Liga Espanhola 06/07 - Real Madrid
Supercopa da Espanha 08 - Real Madrid
Copa del Rey 11 - Real Madrid
Képler Laveran Lima Ferreira, o Pepe, é um jogador defensivo que assim como Sérgio Busquets quebra galho na zaga e na volância. Nascido em 26 de Fevereiro de 1983 (Ano da Grandeza do Maior do Maior) em Maceió. Revelado na base do CRB ele foi muito cedo para Futebol Português aonde jogou no Marítimo de 2001 à 2004 quando foi contratado pelo Porto para a disputa do Intercontinental (vencido pelo Porto). Após três temporadas junto aos Dragões ele foi comprado pelo valor de 30 milhões de euros. Isso mesmo; trinta milhões. O valor de sua contratação só se encontra atrás na história do Real Madrid em relação as de CR7, Zidane, Kaka, Figo, Ronaldo, Robben e Anelka. Vale ressaltar que desde de 2007 ele atua pela Seleção Lusa.
É conhecido por ser um jogador violento e que usa da força bruta para bater seus oponentes. É peça importante no esquema de Mourinho e é muito requisitado para usar seus movimentos no intuito de travar de oponentes habilidosos, como Messi, que sucumbiu perante seu marcador nos dois últimos confrontos.
Títulos na Carreira:
Copa Intercontinental 04 - Porto
Liga Sagres 06 - Porto
Copa de Portugal 06 - Porto
Supercopa de Portugal - 06
Liga Sagres 07 - Porto
Liga Espanhola 06/07 - Real Madrid
Supercopa da Espanha 08 - Real Madrid
Copa del Rey 11 - Real Madrid
18 de abril de 2011
Apostas Estaduais
Olá a todos. Para compensar a ausência de posts de ontem, hoje vou fazer um pequeno "bolão de apostas com análise" para os mata-matas dos principais estaduais do Brasil. Sem mais demoras vamos a ação:
Vasco x Olaria - Jogo complicado. Olaria é um bom time, mas o Vasco cresceu muito e está muito superior em futebol. Dois a zero pro Vasco da Gama.
Fluminense x Flamengo - Tudo depende do jogo entre Fluminense e Argentinos Jrs.. Provavelmente a vitória será do Flu que conta com o fator vingança e com a motivação que este jogo pode proporcionar em caso de vitória com a euforia ou de derrota com a fúria. Dois ou três a um para o Fluminense.
Inter x Juventude - Jogo disputadíssimo. O bom time do Inter (estou sendo imparcial) vai enfrentar o time do Juventude que está engrenado para o jogo. (perceberam que apenas um time de cada cidade encanta por turno. Caxias e Grêmio no primeiro e Inter e Juve no segundo, não que o Inter esteja lá tão bem) Para este jogo vejo uma superioridade simples do Inter. Um a zero ou dois a um, mas no caso do Juventude abrir ou por dois a frente pode ser uma goleada contra a frágil defesa colorada.
Cruzeiro x Grêmio - Infelizmente para meu amado clube este jogo será muito difícil. Extremamente pegado contra o time do Cruzeirinho que vem encantando os olhos nesta temporada. Na casa deles será um jogo complicado, mas o Grêmio possui um tempo livre para treinamentos que irão surtir um efeito maior em uma grande equipe. Acho que dá a lógica; Grêmio vitória de um gol de diferença em um placar elevado (3x2, 4x3), graças a nossos caros zagueiros (aonde está o Vilson quando precisamos?)
Atlético-GO x Anapolina - O Dragão vai mal, mas ganha este jogo fácil com seu time melhor estruturado e a ajuda de sua fiel torcida. Dois a zero pro Dragão Goiano.
Vila Nova x Goiás - Partida acirrada. O time do Vila Nova é muito forte e o do Goiás também (a um nível regional) e mesmo tendo o mando, o Vila pode ser surpreendido. Creio em um empate com vitória do Goiás nas penalidades.
Bahia de Feira de Santana x Serrano - O Feira é muito superior ao Serrano. Com muita vontade e bom futebol o Bahia é o melhor time no momento, muito bem cotado a taça. Três a zero, ou três a um.
Vitória x Bahia - Ambos os times estão envergonhando com um futebol fraco e derrotas impossíveis de acreditar. Não gostaria de ver a taça na mão de ambos, mas acredito que a final terá outro clássico Ba-Vi. A torcida do Vitória é um peso enorme no placar. Dois a um pro Vitória.
São Paulo x Portuguesa - Partida fácil, sem surpresas. São Paulo dois ou três a zero.
Santos x Ponte Preta - Partida decisiva e difícil. Muita indecisão, pois o bom time da Ponte ainda pode surpreender o Santos que ainda não encontrou o "caminho" da ordem. Aposto em um empate e vitória do Santos nos penâltis.
Palmeiras x Mirassol - Outro jogo tranquilo para o "grande". Excelente time do Palmeiras ganha sem levar gols. Dois ou mais gols em cima do Mirassol.
Corinthians x Oeste - Jogo pegado. Oeste vai se armar sobe as falhas do Timão. Neste jogo irá brilhar a estrela de Tite, pois creio que o time está se encaixando. Dois a um para o Corinthians.
Náutico x Sport - Vitória suada do Náutico, pois mesmo estando em uma má fase (para o que já foi), o Náutico é muito superior e a vantagem de sua torcida vai pesar. Dois a um.
Santa Cruz x Porto - Vitória segura do Santa. Sem perigo, pois sua torcida e seu elenco irão dar conta do recado, como vem fazendo no campeonato.
Chapecoense x Joinville - Perdão ao meu amigo Will, torcedor de Chapecó , mas o Joinville vence este jogo. Três a um ou três a dois em minha opinião.
Figueirense x Avaí - Clássico é sempre indecisão, mas nesse eu aposto firme no Figueira, inclusive para levar a taça pra casa.
Cruzeiro x América-TO - Goleada segura do Cruzeiro. A superioridade de Montillo e sua trupe irá se sobressair sobre o fraco América de Téofilo. Quatro a um pra cima.
Atlético-MG x América-MG - O Atlético é mais time, mas o América está indo com sede ao pote todo o campeonato. Acredito que a garra do América irá ser superior. Dois a um para o Coelho.
Então, espero que tenham gostado do post, pois foi trabalhoso fazer um posto sobre todos os grandes campeonatos estaduais do Brasil (Grande exceção ao Paranaense que está em pontos corridos com doze clubes e por isso me neguei a escrever sobre ele, mas aos leitores de Paraná prometo falar nas decisões).
Sintam-se a vontade para comentar e adicionar alguma informação interessante. Acha que meus palpites estão certos? Errados? De qualquer forma; comente! É a melhor forma de você se expressar e ajudar o blog a crescer.
Um grande abraço.
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Carioca:
Vasco x Olaria - Jogo complicado. Olaria é um bom time, mas o Vasco cresceu muito e está muito superior em futebol. Dois a zero pro Vasco da Gama.
Fluminense x Flamengo - Tudo depende do jogo entre Fluminense e Argentinos Jrs.. Provavelmente a vitória será do Flu que conta com o fator vingança e com a motivação que este jogo pode proporcionar em caso de vitória com a euforia ou de derrota com a fúria. Dois ou três a um para o Fluminense.
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Gaúcho:
Inter x Juventude - Jogo disputadíssimo. O bom time do Inter (estou sendo imparcial) vai enfrentar o time do Juventude que está engrenado para o jogo. (perceberam que apenas um time de cada cidade encanta por turno. Caxias e Grêmio no primeiro e Inter e Juve no segundo, não que o Inter esteja lá tão bem) Para este jogo vejo uma superioridade simples do Inter. Um a zero ou dois a um, mas no caso do Juventude abrir ou por dois a frente pode ser uma goleada contra a frágil defesa colorada.
Cruzeiro x Grêmio - Infelizmente para meu amado clube este jogo será muito difícil. Extremamente pegado contra o time do Cruzeirinho que vem encantando os olhos nesta temporada. Na casa deles será um jogo complicado, mas o Grêmio possui um tempo livre para treinamentos que irão surtir um efeito maior em uma grande equipe. Acho que dá a lógica; Grêmio vitória de um gol de diferença em um placar elevado (3x2, 4x3), graças a nossos caros zagueiros (aonde está o Vilson quando precisamos?)
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Goiano:
Atlético-GO x Anapolina - O Dragão vai mal, mas ganha este jogo fácil com seu time melhor estruturado e a ajuda de sua fiel torcida. Dois a zero pro Dragão Goiano.
Vila Nova x Goiás - Partida acirrada. O time do Vila Nova é muito forte e o do Goiás também (a um nível regional) e mesmo tendo o mando, o Vila pode ser surpreendido. Creio em um empate com vitória do Goiás nas penalidades.
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Baiano:
Vitória x Bahia - Ambos os times estão envergonhando com um futebol fraco e derrotas impossíveis de acreditar. Não gostaria de ver a taça na mão de ambos, mas acredito que a final terá outro clássico Ba-Vi. A torcida do Vitória é um peso enorme no placar. Dois a um pro Vitória.
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Paulista:
São Paulo x Portuguesa - Partida fácil, sem surpresas. São Paulo dois ou três a zero.
Santos x Ponte Preta - Partida decisiva e difícil. Muita indecisão, pois o bom time da Ponte ainda pode surpreender o Santos que ainda não encontrou o "caminho" da ordem. Aposto em um empate e vitória do Santos nos penâltis.
Palmeiras x Mirassol - Outro jogo tranquilo para o "grande". Excelente time do Palmeiras ganha sem levar gols. Dois ou mais gols em cima do Mirassol.
Corinthians x Oeste - Jogo pegado. Oeste vai se armar sobe as falhas do Timão. Neste jogo irá brilhar a estrela de Tite, pois creio que o time está se encaixando. Dois a um para o Corinthians.
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Pernambucano:
Náutico x Sport - Vitória suada do Náutico, pois mesmo estando em uma má fase (para o que já foi), o Náutico é muito superior e a vantagem de sua torcida vai pesar. Dois a um.
Santa Cruz x Porto - Vitória segura do Santa. Sem perigo, pois sua torcida e seu elenco irão dar conta do recado, como vem fazendo no campeonato.
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Catarinense:
Chapecoense x Joinville - Perdão ao meu amigo Will, torcedor de Chapecó , mas o Joinville vence este jogo. Três a um ou três a dois em minha opinião.
Figueirense x Avaí - Clássico é sempre indecisão, mas nesse eu aposto firme no Figueira, inclusive para levar a taça pra casa.
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Mineiro:
Atlético-MG x América-MG - O Atlético é mais time, mas o América está indo com sede ao pote todo o campeonato. Acredito que a garra do América irá ser superior. Dois a um para o Coelho.
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